Pilares da transformação pessoal e profissional
Autogestão Descomplicada

#1 Pilares da transformação pessoal e profissional

Por carol - 23 agosto 2023

Esta nova série de artigos tem o propósito de aprofundarmos as autorreflexões quanto à importância da autogestão no dia a dia pessoal e profissional, de modo simples, direto e descomplicado. Muito se fala da gestão eficaz nos negócios, porém o foco principal, na maioria das vezes são os fatores não diretamente ligados ao gestor, como a melhoria da qualidade e produtividade e, mais recentemente, a sustentabilidade dos empreendimentos ao longo do tempo. Quando adentramos nos aspectos comportamentais e emocionais do próprio gestor e suas manifestações em momentos mais positivos, em outros mais negativos, se percebe a importância da qualificação da autogestão para, depois, evoluir na gestão de todos os processos com assertividade. Muitas vezes, não é essa a realidade.

Prioridade. A ênfase no âmbito externo das organizações está correta e precisa ser qualificado cada vez mais, no entanto, priorizar o empreendedor, gestor ou administrador, com foco nos aspectos pessoais quanto a sua dinâmica emocional e a manifestação no dia a dia, faz a diferença e distingue os empreendimentos bem-sucedidos. Parece óbvio, no entanto, o olhar para si e compreender melhor as intenções, propósito, ou mesmo, quais são os objetivos pessoais e profissionais, pode fazer a diferença. As melhores técnicas de gestão podem ficar comprometidas se o gestor não tem consciência da sua realidade ou não reconhece as mudanças necessárias.

Pilares. Diante das percepções e constatações de insucesso de muitos empreendedores e gestores, há aspectos fundamentais que não são observados ou ainda não é dada a importância merecida. Assim o objetivo é trazer questões diferentes do cotidiano das organizações para auxiliar na parada estratégica e pensar, refletir, sobre a necessidade de mudança de foco quanto à autoqualificação primeiro, para depois alcançar a evolução por meio das técnicas avançadas de gestão e obter os resultados almejados. Não adianta investir em softwares, planejamentos, tecnologias, estruturas e marketing, se não há sustentabilidade interna de valores e princípios a partir das atitudes do gestor.

Desdramatização. O objetivo é auxiliar na desdramatização do processo da autogestão, pois após o autorreconhecimento das mudanças ou reciclagens necessárias, gestores relatam o alívio e a descomplicação na administração como um todo. Inicia o processo de desapego às rotinas ultrapassadas e se abre o caminho para o diálogo mais aberto com processos mais cooperativos. Se há a intenção em delegar e ampliar a autonomia dos gestores, o tão sonhado caminho da profissionalização se torna possível. Com drama e pressão sobre os outros para alcançar resultados, ficamos no achismo e na falsa impressão sobre o desempenho da equipe.

Esforço. Muitas organizações, especialmente as familiares, sem estrutura de gestão mais profissionalizada, promovem esforços gigantescos para implementar programas ou projetos, visando alcançar melhores resultados. No entanto, o processo parece ser entregue aos outros, profissionais internos e prestadores de serviços contratados que devem promover as mudanças. No entanto, muitas vezes, não há o comprometimento do líder principal da organização para as mudanças pessoais necessárias e criar o clima favorável para alcançar o êxito nas transformações. O esforço, muitas vezes, ainda é em aspectos mais externos e menos os internos (a manifestação personalíssima e singular do gestor), onde está a maior força de transformações.

Autorreflexão. Diante desse cenário, o convite é para aprofundarmos a análise sobre a manifestação pessoal diária e identificar competências, características, atitudes, que devem ser priorizadas para a autoqualificação consciente e impulsionar a gestão com inteligência e sustentabilidade.  

Autolucidez. A consciência lúcida influência os ambientes onde se manifesta por meio dos pensamentos, sentimentos e energias pessoais. Quanto maior a autolucidez do gestor, maior o cuidado quanto às repercussões da sua manifestação. Assim, a análise dos aspectos que contribuem para o aumento da lucidez, é fundamental para o desenvolvimento da autogestão de modo descomplicado e inteligente.

Percepção. Muitas vezes, o gestor despreza as sutilezas da sua própria manifestação, entendendo que não é tão importante e, também, praticamente desconsidera os sinais vindos dos ambientes da própria empresa, inclusive os aspectos externos da organização. A percepção baixa, sem atilamento ou avaliação mais detalhada, leva muitos gestores aos erros de interpretação e autoenganos, deduzindo questões ou mesmo desprezando os sinais. Não podemos prestar atenção em tudo, mas ficar atento aos próprios sinais quanto a necessidade de mudanças pessoais, deve ser a prioridade.

Autoquestionamento. Qual o nível da sua atenção para perceber a si próprio de modo consciente (foco interno) e as repercussões da sua manifestação nos ambientes (foco externo)?

No texto que você acabou de ler, foi apresentado 1 dos 10 pilares da Autogestão descomplicada.

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MsC Adelino Denk

CRA 1766

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